Home Data de criação : 07/12/19 Última atualização : 09/07/04 00:08 / 50 Artigos publicados
 

Pessoal - FÉRIAS!!!!!  escrito em sábado 04 julho 2009 00:08

Pessoal, notas enviadas para os emails das classes.

Boas férias a todos.

Volto dia 27/07

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Férias  escrito em terça 30 junho 2009 04:30

Pessoal, tenho que terminar de corrigir todas as provas e fechar o semestre até o dia 01/07.

Para quem não está de recuperação, boas férias e me acompanhem aqui no blog.

 

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Não consegue entregar suas atividades no prazo? Confira qual pode ser o problema!  escrito em sábado 20 junho 2009 10:53

Por Luana Cristina de Lima Magalhães - InfoMoney

 

Na rotina de trabalho, o profissional sempre tem de lidar com prazos. Entretanto, algumas vezes, esse tempo parece curto demais. Diante deste cenário, o que fazer?

"O profissional precisa ter o discernimento de tempo que a tarefa irá precisar para poder se organizar. Se essa tarefa envolve outras pessoas, é necessário calcular um tempo para que essas pessoas entreguem a sua parte", ressalta a consultora de Recursos Humanos do Grupo Soma, Jane Souza. Isso é algo que deve ser conversado com o líder, no momento em que a tarefa for dada.

E quando se está no meio do caminho? Jane alerta que, se o projeto tem um prazo de um mês e faltam 15 dias para o término, mas o profissional percebeu que ele praticamente "não andou", é hora de tentar negociar outro prazo com o líder e não deixar para fazer isso faltando dois dias.

Motivos

Muitas pessoas podem entender que não entregar as tarefas em dia é um sinal de incompetência ou incapacidade, mas isso não é verdade. Na opinião de Jane, fatores como a ansiedade, a complexividade da tarefa e o perfeccionismo ao extremo podem atrasar a conclusão de projetos ou atividades solicitadas pelo líder.

"Às vezes, o profissional tem muita dificuldade com cálculos e esses são essenciais para sua tarefa. Logo, ele levará mais tempo para executá-la. Outro problema é a ansiedade. Além disso, o perfeccionismo ao extremo também é prejudicial. Por exemplo, o funcionário faz dez vezes a mesma coisa e perde tempo em uma mesma tarefa".

Ainda existe a falta de capacidade do profissional de dizer o que é prioridade. Fique atento a isso!

Para driblar esses problemas, a consultora aconselha que o profissional calcule o tipo de dificuldade que ele terá para executar a tarefa. "É preciso analisar etapa por etapa do projeto".

Interpretação do líder

Segundo a consultora, quando um determinado funcionário não consegue entregar suas tarefas no prazo estipulado, o líder pode entender que ele não sabe administrar o seu tempo ou que tem dificuldade no desenvolvimento dessas atividades.

"O líder pode pensar que esse profissional está fazendo coisas de menor importância, como passando um maior tempo ao telefone, por exemplo. Com o passar do tempo - e também devido a outros fatores, como a questão comportamental -, o gestor pode pedir a transferência do funcionário para outro setor da empresa ou até mesmo demitir o funcionário", disse Jane.

Se a pessoa notar que não está conseguindo desenvolver o seu trabalho, mas que em outro setor da empresa ela poderia conseguir, Jane diz que é válido conversar com o líder imediato ou com o departamento de Recursos Humanos para mudar de função.

 

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Brasil emprestará US$ 10 bi ao FMI e passará a ser credor da instituição  (SE-Sistemas Economicos) escrito em quarta 10 junho 2009 18:10

Anúncio foi feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Brasil vai adquirir bônus do Fundo Monetário, informou ele.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília

 

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou nesta quarta-feira (10) que o Brasil emprestará US$ 10 bilhões ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e, com isso, passará a ser credor da instituição de crédito internacional pela primeira vez. Os financiamentos ao FMI serão feitos por meio da compra de bônus (uma forma de título) do Fundo, informou Mantega.

 

(A primeira versão desta reportagem informava que o Brasil não era credor do FMI desde 1982, informação passada pelo próprio ministro Guido Mantega em abril deste ano. O Ministério da Fazenda esclareceu nesta quarta que essa é, na realidade, a primeira vez que o Brasil está emprestando recursos ao FMI. Antes de 1982, o país figurava na lista de possíveis credores, mas não tinha desembolsado recursos ao Fundo).

 

Ajuda à comunidade internacional

De acordo com Mantega, os recursos serão emprestados pelo FMI a outros países em desenvolvimento com "escassez de capital". "É a primeira vez que isso acontece no caso brasileiro. O Brasil está encontrando as condições de solidez para emprestar recursos ao FMI. No passado, era o contrário: o FMI que socorria o Brasil quando era um país menos sólido. Agora, o Brasil acumulou as reservas para ajudar a comunidade internacional", disse o ministro.

Aplicação das reservas

Segundo o ministro da Fazenda, a operação será realizada assim que o FMI concluir o formato de emissão dos novos bônus que serão emitidos. "Assim que o FMI terminar essses bônus, faremos esse aporte de US$ 10 bilhões. Na realidade, é uma aplicação que o Brasil está fazendo com parte das reservas", disse Mantega. De acordo com ele, as aplicações no FMI não terão impacto nas reservas internacionais, que continuarão sendo contabilizados como uma "disponbilidade de recursos".

Rendimento

Mantega não informou qual o rendimento que o Fundo Monetário Internacional oferecerá pelos bônus. "Não vamos esperar um grande rendimento, se não o FMI teria de repassar a um custo mais elevado aos países que precisam", disse o ministro. Segundo ele, o Banco Central efetuará o resgate de parte das aplicações das reservas internacionais (que estão acima de US$ 200 bilhões aplicadas em títulos de outros países) para fazer o aporte ao FMI.

Mobilização de recursos

O Ministério da Fazenda informou que a contribuição do governo brasileiro para o FMI faz parte de um "esforço" para a mobilização de recursos para o FMI atender a outros países em dificuldades. Além do Brasil, a China comprará US$ 50 bilhões neste tipo de novo bônus, e a Rússia outros US$ 10 bilhões. A necessidade de captação de recursos por parte do FMI, de acordo com o Ministério da Fazenda, é de US$ 500 bilhões. em relação aos níveis anteiores à crise financeira. O governo lembra que essa foi uma das concordâncias da cúpula do G-20 de Londres, realizada no início de abril.

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Economia encolhe 0,8% no 1º trimestre, e país tem primeira recessão desde 2003  (SE-Sistemas Economicos) escrito em terça 09 junho 2009 08:11

Do G1, em São Paulo

 

O Produto Interno Bruto (PIB), que mede o desempenho da economia brasileira, registrou queda de 0,8% nos três primeiros meses de 2009, na comparação com os três meses imediatamente anteriores.

 

No quarto trimestre de 2008, a economia já havia encolhido 3,6% em relação ao trimestre anterior, a maior queda desde o início da série, iniciada em 1996.

 

Com isso, o país registra sua primeira recessão técnica (definida pela queda do PIB por dois trimestres consecutivos) desde o primeiro e o segundo trimestres de 2003 – quando a economia encolheu 1,44% e 0,23%, respectivamente, segundo o IBGE.

 

Na comparação com o primeiro trimestre de 2008, a queda do PIB no início de 2009 foi de 1,8% - no quarto trimestre de 2008, houve crescimento de 1,3% da economia nesta comparação. 

 

No acumulado dos últimos quatro trimestres, o crescimento do PIB ficou em 3,1%, chegando a R$ 684,6 bilhões. 

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